foto: Torcedores se confrontam nas ruas do Rio (Crédito: Reprodução de TV)Poderes se unem para combater a criminalidade dentro e fora dos estádios
Uma reunião nesta quinta-feira entre o delegado titular da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), Deoclécio Francisco de Assis, o secretário de Turismo, Esporte e Lazer do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, e o major Marcelo Pessoa, do Grupamento de Policiamento de Estádios do Rio de Janeiro (Gepe), definiu que os líderes de facção de torcida e suas subdivisões serão cadastrados.
- Os líderes terão de apresentar identidade, comprovante de residência, CPF e localização das sedes. Em qualquer ato de vandalismo cometido por uma destas subdivisões, os responsáveis responderão - explica o major.
O comandante do Gepe disse que a união com a DPCA e a Secretaria de Turismo, Esporte e Lazer serviu como um estímulo a mais para trabalhar na caça aos vândalos:
- Recebi uma injeção de ânimo. Eu estava sozinho nesta briga e isso estava me desanimando. Agora, desejamos conseguir o apoio do Jecrim. A intenção é juntar todas as cabeças em um pensamento.
Major Marcelo destaca o fim do anonimato dos criminosos:
- A novidade deste nosso planejamento é tirar o vagabundo do anonimato, prendendo-os em casa. Não há mais o anonimato.
Por fim, adianta que o cadastramento já tem data:
- O cadastramento começa logo após a decisão do Estadual de Basquete (que pode ser nesta quinta-feira ou no máximo domingo). O cadastramento nacional começa depois, pois depende do Ministério do Esporte - concluiu.
Eduardo Paes vai além:
- Queremos responsabilizar também dirigentes que dão ingressos para estas torcidas. Com a identificação, podemos proibir a entrada desses delinqüentes. O estádio é lugar para a manifestação de paixão e não de violência - disse Paes à Rádio Tupi.
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